
A beleza da vida nas flores, nos amores, nas dores,
Ao nascer pro mundo vi como eram as coisas e como elas se comportavam,
Via tudo preto e branco e aos poucos fui vendo que poderia por cores,
As pessoas brigavam, discutiam, faziam juras de ódio mas no fundo se amavam.
O que não há em um existe no outro por mais que não queram ver,
Se em um há luz no outro a escuridão,
Se com um tem o viver com o outra há o morrer,
Se em um tem uma mente no outra há um coração.
Na dualidade das almas vi a verdade da vida,
No duplo sentido das coisas senti o poder da humanidade,
Na minha vida com a natureza vi o poder da dadiva adquirida,
Em minha vida com o mundo vi que há preço para a verdade.
Seguirei meu caminho não esquecendo das minhas dualidades,
Farei por aqui uma passagem notória,
Seguirei como humano mas sempre respeitando a natureza e suas vontades,
E seguindo assim começarei a rever minha história.
Jouber D. Cunha
Este poema dedico a uma grande amiga minha Amanda(SooZ)

2 comentários:
Foi...profundo...Eu adorei!
Tu "sente" bem a vida e vê a maneira dela nos guiar, passasse tudo isso de uma forma simples de se entender...que faça BEM à todos que lerem, mas principalmente pra ti!
=*
Nossa meu...muito bonito!
Sério mesmo, não é qualquer poema que eu vejo e que consegue me trazer essa reação.
Parabéns...muito bom mesmo!
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